19 jun. 2017

WWF lança relatório sobre tecnologia limpa e Brasil cai 5 posições

Brasil não está tendo tanta atividade em escala comercial na área de tecnologia limpa como tinha em 2014.
15 de junho de 2017 • 
Pela primeira vez, os três principais cargos são ocupados pela região nórdica. | Foto: iStock by Getty Images
Após três anos, o WWF lança a terceira edição do relatório CleanTech Innovation Index, um documento que analisa quais condições nacionais são mais as adequadas para gerar a inovação, atividade empresarial e comercialização de tecnologias emergentes. Esta nova edição reúne 40 países, incluindo todos os participantes do G20, e avalia sua eficácia em estimular mudanças, passando da fase de pesquisa e desenvolvimento para a os primeiros estágios de empreendedorismo e, então, comercialização em escala.


É de amplo conhecimento que o Brasil tem enorme potencial para ser um vencedor na corrida para uma economia verde de baixo carbono, por causa de sua abundância de recursos naturais renováveis e a relativamente baixa dependência dos combustíveis fósseis. No entanto, o relatório alerta que o país corre o risco de ficar para trás na disputa se não adotar políticas e estratégias específicas para manter um papel de liderança.


A corrida para uma economia de baixo carbono, com foco nas metas de Acordo de Paris e nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, já está em andamento. Os países que podem inovar, gerar ideias e tecnologias, transformando-as em milhões ou bilhões de dólares de investimentos e empregos, serão os maiores beneficiados.

Para o diretor executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic, “O Brasil possui uma das melhores condições naturais do mundo para a geração de energia renovável. Porém, desde que começou a investir pesadamente no pré-sal, tem perdido pioneirismo e espaço em biocombustíveis e outras tecnologias renováveis”, afirma. E continua: “O governo precisa enxergar a economia de baixo carbono como uma oportunidade para criar empregos e oportunidades econômicas. Este é um momento único para o Brasil se tornar mais competitivo nesta área. Mas, caso não aproveitemos, outros países como Índia ou China passarão na frente”, conclui.

Pela primeira vez, os três principais cargos são ocupados pela região nórdica, com Dinamarca, Finlândia e Suécia. Todos os três parecem estar se preparando para um crescimento adicional com aumentos nos números e na quantidade de fundos de tecnologia limpa. O país nórdico com menor pontuação é a Noruega. Há desafios para a Noruega, mas também é o país com os maiores orçamentos de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) de tecnologia limpa em 2013-15. Se todos os países investissem o mesmo que a Noruega em P&D, o investimento mundial nessa área seria quatro vezes maior.

A Polônia possui a maior mudança em relação ao índice 2014, aumentando 13 posições até a 24ª. Isto deve-se principalmente a três aumentos notáveis nos drivers específicos da tecnologia limpa. As despesas de P&D da Clínica Pública da Polônia estão agora na média global, mas estavam em último lugar há três anos. O país também melhorou como um destino mais atrativo para os investimentos em energia renovável do que antes e subiu 16 lugares em relação aos documentos de tecnologia limpa.

O estudo identifica três tipos de países no cenário de inovação de tecnologia limpa: os principais criadores de ecossistemas de inovação, criadores de start-up e os fortes comercializadores:

– Os principais criadores de ecossistemas de inovação são países que obtiveram resultados muito melhores em todos os setores, mas particularmente bem nos drivers gerais e específicos para o período de 2013-2016, fornecendo os parâmetros subjacentes, incentivos e o apoio necessário para um ecossistema de inovação próspero. Vemos a Dinamarca, a Suécia e os EUA possuindo essas características no período pesquisado.

– Os geradores de start-up da Tecnologia limpa são países que obtêm bons resultados em todos os indicadores, mas obtêm resultados excepcionalmente bons quando se trata de produzir patentes para novas inovações e capital de risco para financiar novos negócios. Israel, Finlândia e Canadá são economias que mostram essas características.

– Os comerciantes de tecnologia limpa são países que estão marcando bem em todos os indicadores, mas bem acima da média na sofisticação, tamanho e finanças do mercado para escalar as inovações emergentes da Tecnologia limpa e criar empregos. Eles têm taxas de conversão de inovação de alta tecnologia muito altas, ou seja, são eficientes para transformar os insumos na inovação em resultados na economia. Países como Alemanha, Cingapura e Coréia do Sul apresentam essas características.

O relatório também mostra que existe uma forte convergência emergente entre o transporte limpo, a eficiência energética e as energias renováveis no ano passado, representando dois terços dos investimentos em capital de risco cedo e uma proporção similar de títulos verdes. Essa tendência emergente é crucial para acelerar o acesso universal à energia até 2030 e facilitar uma transição justa para um sistema de energia sustentável e sem combustível fóssil até 2050.

O Brasil em termos de Inovação em Tecnologia Limpa


No geral, o Brasil está no 1/4 mais baixo do ranking, em 30º lugar entre 40 países. Esta é uma queda de cinco lugares em relação ao seu 25º lugar no estudo de 2014. A principal razão para esta diminuição no ranking foi uma pontuação muito menor na área de inovação de tecnologia limpa comercializada, onde o Brasil caiu de 2º lugar em 2014 para 29º lugar em 2017. O que isto significa é que o Brasil não está tendo tanta atividade em escala comercial na área de tecnologia limpa como tinha em 2014.

Além disto, enquanto a parcela brasileira de energia renovável no consumo total de energia continua alta (o índice caiu de 38% em 2014 para 33% em 2017), outros países têm crescido mais rapidamente nessas áreas. Além disso, as políticas governamentais brasileiras também se tornaram mais desfavoráveis para tecnologias limpas desde o estudo de 2014.

Um ponto positivo para o registro de inovação do Brasil está na área de atividade empreendedora em estágio inicial, onde o país ranqueou em número 1 dos 40 países, com uma pontuação perfeita de 10 em todas as áreas de inovação – não apenas de tecnologia limpa. Isto representa uma enorme oportunidade para o Brasil no médio e no longo prazos para tecnologias limpas, desde que esta área seja priorizada no setor de políticas e investimentos públicos e privados.

O coordenador do programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, André Nahur, acredita que “A área de P&D no Brasil é boa, mas muito focada em pesquisa básica, com pouca aplicação e visão de mercado. Esta visão inovadora com planejamento de longo prazo deveria ser adotada pelo governo e pelo setor privado para aproveitarmos o grande potencial nacional”, afirma. E continua: “O Brasil tem boas condições de desenvolver mais o etanol celulósico, o uso de algas para produção de energia, a mini e a microgeração de eletricidade, o bioquerosene para aviação, a agricultura de baixo carbono, entre outras. Essas são iniciativas que podem levar o Brasil a um lugar de destaque, ao mesmo tempo em que contribuem para as metas do Acordo de Paris e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”, conclui.

O relatório indica que aumentar os relativamente baixos investimentos em empresas de tecnologia limpa por meio de capital privado e oferta pública de ações pode ser uma maneira de crescer a economia, ao mesmo tempo em que ajuda o Brasil e outras economias a atingirem os tão esperados ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, da ONU).
Confira o relatório completo, em inglês, aqui.
Fuente: CicloVivo

1 jun. 2017

Jornada por el día del ambiente (Corrientes, Argentina)

El próximo lunes 05 de Junio con motivo del día del ambiente estaré compartiendo una charla sobre el cambio climático y su proyección en los Municipios junto a los colegas y alumnos de la Facultad de Derecho de la Universidad Nacional del Nordeste (UNNE) en Corrientes, Argentina. Muchas gracias por la invitación.





30 may. 2017

Árboles en el paisaje urbano – Guía para los tomadores de decisiones

Por 

Fuente: “Arboles en el paisaje urbano – Guía para los tomadores de decisiones”.
“Árboles en el paisaje urbano – Guía para los tomadores de decisiones” es una publicación elaborada por The Trees and Design Action Group (TDAG), con sede en el Reino Unido, que entrega consejos para mejorar las prácticas en torno a los árboles en las ciudades.
Este grupo es una organización sin fines de lucro conformado en 2007 por profesionales relacionados a la arquitectura y el paisajismo que actualmente reúne a más de 500 miembros interesados en la promoción del bosque urbano por sus beneficios ambientales, culturales, económicos y sociales para las generaciones actuales y futuras.
Enmarcados en esta misión, desde el año 2010 que formulan guías prácticas orientadas a todo el público interesado en la vegetación desde distintos enfoques para su conservación y aumento.
Una de ellas es la guía mencionada que entrega 12 principios que orientan cómo se pueden tomar las mejores decisiones para el arbolado urbano dependiendo del contexto urbano local bajo una visión para el siglo XXI que propone que los árboles permiten que los lugares funcionen, se vean y se sientan mucho mejor.
Los principios están estructurados en cuatro categorías: planificación, diseño, plantación/protección, y manejo/monitoreo.
Por lo tanto, los principios quedan de la siguiente manera:
Planificación
1. Conocer los recursos de los árbol.
2. Tener una estrategia integral para los árboles.
3. Incluir los árboles en los planes de políticas públicas y otros.
Diseño
4. Crear espacios amigables con los árboles.
5. Elegir los árboles adecuados.
6. Buscar múltiples benficios.
Plantación/Protección
7. Procurar tener árboles sanos.
8. Proporcionar agua, aire y suelo a los árboles.
9. Crear interesados en los árboles.
Manejo/Monitoreo
10. Adoptar un enfoque de gestión de activos.
11. Ser consciente del riesgo
12. Ajustar la gestión a las necesidades
Para esta oportunidad, los principios fueron formulados por el equipo de TDAG y a través de 40 entrevistas realizadas a un grupo multidisciplinario integrado por administradores de viveros, arboricultores, diseñadores, ecologistas, especialistas en sostenibilidad, ingenieros, entre otros.
Es por esto que cada uno está acompañado por una descripción de los objetivos, beneficios, quiénes son los involucrados más preparados para su desarrollo, las acciones recomendadas y los casos de estudio para poder identificar las recomendaciones más aptas y trabajar en su aplicación.


La guía completa la puedes descargar aquí.
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23 may. 2017

Curso virtual: Conceptos básicos del cambio climático



Descripción 


La Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL), en el marco del Programa EUROCLIMA y con el financiamiento de la Unión Europea, ha desarrollado el “Curso Virtual: Conceptos básicos del cambio climático”. A través del curso se busca reforzar los conocimientos sobre conceptos básicos relacionados fundamentalmente con la economía del cambio climático a profesionales vinculados con este tema en los distintos ministerios sectoriales en los países de la región y a todas las personas interesadas. Los videos de los cursos se encuentran disponibles en línea. Para poder acceder al material haga click aquí. 


Para mayor información sobre la actividades que viene realizando la CEPAL en el marco de EUROCLIMA, por favor ingrese al siguiente link: http://www.cepal.org/en/euroclima 


Atentamente, 

Fuente: Boletin Euroclima

Baños sin agua, una realidad de la tecnología argentina


El INTI desarrolla inodoros y mingitorios secos. Cómo funcionan. Detalle del consumo en los baños

06-02-2017. Un baño totalmente seco todavía no es tecnológicamente posible. Es decir, que no utilice agua. Sobre todo por las necesidades de lavado. Sin embargo, inodoros y mingitorios ya han alcanzado esa posibilidad.

El punto es crucial especialmente en lugares en donde el agua potable es escasa. Sobre todo porque, para la limpieza de esos artefactos se usa agua potable, diseñada y acondicionada para ser bebida. Un verdadero derroche.

Cada vez que se utiliza, un inodoro se traga entre 8 y 10 litros. En un departamento para dos personas se usaría 20 veces al día. Lo que en un año da un desperdicio de no menos de 70 mil litros. El caso de los mingitorios públicos es peor: los expertos aseguran que utilizan 100 mil litros en el año.

Frente a este panorama, el Programa de Tecnologías Sustentable del INTI viene trabajando en el diseño y aplicación de sistemas de saneamiento sustentables, entre ellos baños y urinales secos.

Estos innovadores sistemas podrían dar solución a las necesidades de casi la mitad de los habitantes del territorio nacional que carece de conexión a la red cloacal. Unos 20 millones de personas.

A mediados del mes pasado, en la sede central del INTI, fueron inaugurados dos mingitorios secos, convirtiendo al organismo en el primer organismo nacional en implementar esta tecnología verde. “Hoy vemos la implementación de saneamientos secos como una solución para las poblaciones que no tienen acceso al agua o a un sistema correcto de tratamiento de los efluentes del baño. Sin embargo, la iniciativa también impulsa la creación de proveedores locales de estos artefactos”, indicó Jorge Schneebeli, responsable de la Gerencia de Proyectos Especiales INTI.

A simple vista, los mingitorios secos son iguales a los tradicionales pero no requieren una fuente constante de agua, no tienen problemas de olor, no atraen insectos y son fáciles de limpiar.

Existen distintos diseños de trampa de olor, los mingitorios instalados en el auditorio del INTI cuentan con un cartucho plástico que contiene un líquido con una densidad menor a la orina. Esta sustancia siempre queda por encima de la orina y así evita las evaporaciones de olores. Su formulación hasta el momento no se desarrolla en el país, pero el Centro INTI-Químicaestá trabajando en diversas formulaciones para sustituir la importación de este producto. Otra ventaja de los dispositivos es que pueden ser construidos con materiales disponibles localmente.

Sobre su valor de fabricación, los expertos indicaron que el costo de producción de estos mingitorios se equipara a los costos de los mingitorios tradicionales.

La diferencia se muestra en el ahorro de agua, el menor costo de tratamiento (al minimizar el volumen del efluente) y el potencial que presenta la recuperación de los nutrientes como nitrógeno y fósforo contenidos en la orina.

En cuanto al desarrollo de nichos de mercado a nivel local, el gerente de Comercialización del INTI, Juan Pedro Córica, destacó: “Este tipo de tecnologías está siendo adoptada en el mundo, por lo cual las ventajas están claras. En la Argentina necesitamos poner a disposición los beneficios del sistema, sus costos y potencialidad, para que el producto despierte interés en los fabricantes y futuros usuarios”.

En la actualidad, en países como Alemania o los Estados Unidos, los urinales secos son una alternativa implementada en áreas públicas como hoteles, estaciones de servicio, estaciones de tren o shopping center. El ahorro de agua en inodoros y mingitorios es crucial, por el alto consumo que tienen estos dos artefactos en comparación a otros de uso diario.

Por caso, una ducha de 10 minutos gasta aproximadamente 100 litros de agua. En un año, dos personas podían consumir la misma cantidad que requiere el inodoro.

Para tener una idea del gasto diario que ocasiona cada actividad cotidiana, hay que considerar que cepillarse los dientes con la canilla abierta consume 5 litros de agua; lavar el auto con manguera, 12 litros por minuto; lavar los platos, 50 litros, en tanto que una canilla goteando puede consumir 50 litros al día. Y el peor de todos los casos: una carga de lavarropas consume 200 litros.

El INTI también desarrolla la tecnología de inodoros secos, un sistema de saneamiento aplicable a instalaciones hogareñas, industriales, públicas y comunitarias. El diseño de estos artefactos está basado en la separación desde el origen de la materia sólida y líquida, la operación sin agua y la existencia de cámaras ventiladas o contenedores para el almacenamiento y tratamiento de los residuos. Hay muchos ejemplos exitosos de esta tecnología en el Perú y Sudáfrica.

Los baños secos con separación de líquidos fue promovida originalmente para el manejo seguro de los residuos, pero el foco fue cambiando hacia crear un inodoro versátil que se pueda usar en distintos contextos geográficos y económicos.

La principal ventaja de los baños secos con separación de líquidos, comparados con las letrinas secas convencionales, es que convierten los desperdicios en un residuo seco y sin olor. Esto, además de liberarlos de insectos, suma el hecho de que una vez que el contenedor de desperdicios se llena, el manejo de las materias sólidas es mucho más simple e inofensivo.

Además, el riesgo de contaminación acuífera se ve minimizado a través de la contención segura de los sólidos en cámaras enterradas, lo que también permite la construcción de estos inodoros en lugares donde los sistemas basados en pozos no son apropiados.
Los baños secos pueden ser construidos con dos cámaras de deshidratación adyacentes o una sola cámara con contenedores intercambiables. Algunos baños secos (con separación de líquidos) optan por incluir lombrices en la o las cámaras de deshidratación para la reducción del volumen a tratar y conformación de humus de lombriz. En el INTI señalan que un ejemplo de estos baños secos existe en la ecovilla Gaia en Navarro, Provincia de Buenos Aires, una experiencia que está en proceso de sistematización.

Fuente: Blog Reciclos

8 may. 2017

Vacante: Profesional en Gestión en la salud de los ecosistemas (Colombia)



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Profesional en Gestión en la salud de los ecosistemas:

se requiere profesional hidrólogo o un profesional en ciencias naturales, biológicas, ambientales, ingenierías y/o afines con especialización en hidrología, experiencia no inferior a 4 años, con estudios, trabajos y/o procesos relacionados con modelamiento hidrológico, hidroclimático y/o ecosistémico (mínimo 2 procesos) y experiencia en uso, manejo y/o conservación de biodiversidad acuática y/o ecosistemas acuáticos (mínimo 2 procesos).
Si cumple con el perfil favor entregar hoja de vida en sobre cerrado en la sede de la Fundación Natura (Carrera 21 #39 – 43) a nombre de Olga Sandoval o enviar vía mail al correo osandoval@natura.org.co.
La convocatoria estará abierta hasta el próximo 12 de mayo.



5 may. 2017

Ofertas de trabajo en cambio climático / climate change jobs vancancies

Latest Climate Change Job Vacancies - 3 May 2017


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Newly Posted Job Vacancies
Communications Director of the Carnegie Climate Geoengineering Governance Initiative, Carnegie Council on Ethics for International Affairs
Organization:Carnegie Council on Ethics for International Affairs
Position:Communications Director of the Carnegie Climate Geoengineering Governance Initiative
Duty Station:Remote opportunity with optional access to office space in New York City.
Deadline for Application:15 May 2017
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Marie Skłodowska-Curie Individual Fellowship , FEEM
Organization:Fondazione Eni Enrico Mattei (FEEM)
Position:Marie Skłodowska-Curie Individual Fellowship
Duty Station:MSCA European Fellowships could be held in Italy, one of the EU Member States, and are open to researchers currently within and outside Europe.
Deadline for Application:2 June 2017
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Officer, Fiji Program, GGGI
Organization:Global Green Growth Institute (GGGI)
Position:Officer - Fiji Program
Duty Station:Fiji
Deadline for Application:18 May 2017
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Senior Officer , Pacific Regional Program, GGGI
Organization:Global Green Growth Institute (GGGI)
Position:Senior Officer - Pacific Regional Program
Duty Station:Fiji
Deadline for Application:18 May 2017
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Policy Manager or Policy Associate, Climate Action Reserve
Organization:Climate Action Reserve
Position:Policy Manager or Policy Associate
Duty Station:Los Angeles, CA, US
Deadline for Application:until suitable applicant is found
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Assistant Analyst, Climate Finance, CPI
Organization:Climate Policy Initiative (CPI)
Position:Assistant Analyst, Climate Finance
Duty Station:San Francisco, CA, US
Deadline for Application:until suitable applicant is found
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Various Openings, GCF
Organization:The Green Climate Fund (GCF)
Position:Various Openings
Duty Station:Various Locations
Deadline for Application:until suitable applicant is found
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Previously Posted Job Vacancies
Postdoctoral Researcher, Institute for Environmental Decisions, ETH Zurich/MeteoSwiss
Organization:ETH Zurich/MeteoSwiss
Position:Postdoctoral Researcher, Institute for Environmental Decisions
Duty Station:Zurich, Switzerland
Deadline for Application:31 May 2017
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Consultant to Review and Capture REDD+ Monitoring Best Practices, Transparency International
Organization:Transparency International
Position:Consultant to Review and Capture REDD+ Monitoring Best Practices
Duty Station:Remote, with one potential trip to Lima, Peru
Deadline for Application:3 May 2017
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Makira REDD+ Consultant, Conservation Solutions Program, WCS
Organization:Wildlife Conservation Society (WCS)
Position:Makira REDD+ Consultant - Conservation Solutions Program
Duty Station:Antananarivo, Madagascar | (with frequent visits to rural locations surrounding the Makira Natural Park)
Deadline for Application:until suitable applicant is found
click here for more information...
REDD+ Vacancies in Cambodia: Technical Advisor and MRV Specialist, UNDP
Organization:UNDP
Position:REDD+ Vacancies in Cambodia: Technical Advisor and MRV Specialist
Duty Station:Cambodia
Deadline for Application:until suitable applicant is found
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Two Research Associate Positions: Lawyer on Low-Carbon Mobility and Lawyer on Renewable Energy, IKEM
Organization:Institute for Climate Protection, Energy and Mobility (IKEM)
Position:Two Research Associate Positions: Lawyer on Low-Carbon Mobility and Lawyer on Renewable Energy
Duty Station:Berlin, Germany
Deadline for Application:until suitable applicant is found
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Postdoc: Optimization of Idealized Near-Zero-Emission Energy Systems, Dept. of Global Ecology, Carnegie Institution for Science / Carnegie Energy Innovation
Organization:Carnegie Institution for Science / Carnegie Energy Innovation
Position:Postdoc: Optimization of Idealized Near-Zero-Emission Energy Systems - Dept. of Global Ecology
Duty Station:Stanford, California, US
Deadline for Application:until suitable applicant is found
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Postdoc: Environmental Modeling to Assess Efficacy and Unintended Consequences of Proposed Solutions to Climate and Energy Problems, Dept. of Global Ecology, Carnegie Institution for Science, Carnegie Energy Innovation
Organization:Carnegie Institution for Science, Carnegie Energy Innovation
Position:Postdoc: Environmental Modeling to Assess Efficacy and Unintended Consequences of Proposed Solutions to Climate and Energy Problems - Dept. of Global Ecology
Duty Station:Stanford, California, US
Deadline for Application:until suitable applicant is found
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IT Skilled Accountant / Controller, SPG
Organization:South Pole Group (SPG)
Position:IT Skilled Accountant / Controller
Duty Station:Bangkok (Krung Thep), Thailand
Deadline for Application:30 May 2017
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Sales Manager - Climate Neutral & Green Energy, First Climate Markets AG
Organization:First Climate Markets AG
Position:Sales Manager - Climate Neutral & Green Energy
Duty Station:Bad Vilbel, Hessen, Germany
Deadline for Application:30 June 2017
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Senior Consultant - Corporate CO2 and water management , First Climate Markets AG
Organization:First Climate Markets AG
Position:Senior Consultant - Corporate CO2 and water management
Duty Station:Frankfurt, Hessen, Germany
Deadline for Application:30 June 2017
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Research Associate – Climate Change Vulnerability and Adaptation Strategies, Climate Analytics
Organization:Climate Analytics
Position:Research Associate – Climate Change Vulnerability and Adaptation Strategies
Duty Station:Berlin, Germany
Deadline for Application:until suitable applicant is found
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Fuente: IISD Reporting Services